NOTÍCIAS
 
15/12/2013 - 23:15h
Manejo para nossos pardos

Texto publicado na Revista Passarinheiros e Cia

Caso copiem, favor não plagiar, e como de praxe, favor citar a fonte:

www.criadourominasdeouro.com.br - seção Notícias

 

Minha experiencia no manejo de pardos e pretos.

 A grande maioria dos criadores e mantenedores de curiós atualmente, começaram o gosto e amor aos passarinhos já na infância. O fascínio e admiração pelo mavioso canto se inicia na primeira vez que se ouve, não importando qual é o dialeto executado por este pássaro. O curió por si só canta bonito, se movimenta com desenvoltura com piruletas, acrobacias e exibe valentia ímpar dentre os pássaros canoros.

Lembro-me quando criança, em Araguari-MG, em ouvir pela primeira vez um clássico, chamava-se Sininho. Propriedade do Sr Aires, em meados de 1986, quando eu tinha 12 anos. Eram dois irmãos criadores de curiós, os melhores da região estavam com eles, os irmãos Aires e Levi, ambos já falecidos.

 

Ainda hoje me lembro do seu canto.No momento dos quim quim, ele as dava como um sininho, “tlin tlin”.Era um canto muito bonito e sempre o ouvia cantar.

 

Lembro-me também das dificuldades que Sr. Aires tinha na apresentação do mesmo. Muita gente, claro, munidos de grande inveja, zombavam na hora dos torneios porque nunca o danado cantava. Isto ficou na minha cabeça, desde criança, quando comecei a criar meus greguinhos.

 

Sempre quando eu adquiria um curió eu observava tudo, cada dia como se comportava e tudo que tinha acontecido no dia anterior e também naquele dia . Mantenho o costume.

 

Os curiós não cantam quando não estão dispostos, ou não estão prontos, ou ainda quando sofrem algum trauma desde a transição filhote-pardo-preto. A razão pode ser algum erro de manejo do seu mantendor.

 

O curió adquire amor, como o cão tem com o dono. Quando escuta os passos do seu amigo chegando em casa, já pialando ao ouvir seus passos, na hora me que coloca a chave para abrir a porta da sua casa, e também fica triste com sua ausência . Habitua-se com a rotina da casa, e o jeito de agir das pessoas e passa a ser parte de uma família.

 

To trabalho deve começar desde a casca do ovo, a partir do sexto dia de nascido quando o filhote deve ouvir apenas o CD. O disco que não tem preguiça, não erra notas, não canta mole e não erra. A mãe não canta junto aos filhotes, o inverso que não acontece com as fêmeas solteiras. A natureza reservou o ensinamento de canto ao pai. Por isto o filhote não deve ter contato com fêmeas solteiras ou em aprontamento, galadores ou curiós com imperfeições. O contato deve ser somente com o seu ambiente de ninho e neste local também pode haver outras fêmeas com filhotes.

 

Acho muito importante entender um mínimo de genética e de linhagens de curiós, mas isto ao meu ver deve ser uma ferramenta para o mantenedor e não uma regra. Há muitos exemplos de pessoas que verbalizam serem entendedores de genética, altamente teóricos, falam bonito, mas muitos destes nunca encartaram ou produziram em seus criatórios um clássico.

 

Alguns criadores adotam a retória dem dizer que os galadores ficam longe, o filhote não ouve ou que as fêmeas cantam praia clássico e não atrapalha.

 

Os mais velhos que em determinada época remota caçavam na natureza sabem: sem o caçador ao menos nem um piado, o curio que está ao seu lado dava o sinal de outro da sua espécia por perto.

 


Se quer ter um clássico, imprima as notas de canto e aprenda as notas. Não seja tão tolo ao ponto de não saber porque elogiam ou criticam o seu curió. Como querer ter um clássico se não sabe ao pé da letra o que é o canto clássico, o retorno, o canto liso, o corte. Aprenda e busque saber.

 

Procure cruzamentos que já deram certo, e se houver dois irmãos de ninho e vai adquirir um, escolha o que nasceu primeiro, geralmente é o melhor.

 

O curió mais cedo ou mais tarde, iniciará o período de churrilhado até abrir o canto, onde deve ter seu manejo levado de forma calma e consciente para que não adquira nenhum vício.Estes não apenas de canto, mas sobretudo vícios comportamentais..

 

Na natureza o pai participa da primeira alimentação do filhote, logo pela manhã, e em seguida, vai cantar a uma certa distância do seu filhotinho. O filhote aprende e grava a canção, ainda no ninho.

 

Pensando nisto, sempre tento adquiri pardos logo após o desmame.melhor ainda se ainda mantém o instinto de pedir comida . Para uma das fases o manejo que uso, isto é muito importante.

 

Faço da seguinte forma: logo pela manha mostro manhã um curió preto aos filhotinhos , espero eles começarem a piar, pedindo comida ou sei la porque, mas sempre espero eles piarem. Mesmo se eles não pialarem deixo que observem o curió já preto em sua frente, pulando e se movimentando, claro, tomando o cuidado para que este curió preto não rasgue na frente dos mesmos .. Isto nunca pode acontecer, deve-se tomar muito cuidado.

 

Se este curió preto for um mestre, e se começar a cantar na frente dos filhotes, com a gaiola na mão melhor ainda. Isto é chamado pelo amigo Gilson Barbosa de espelhamento. Após isto, levo este curió mestre para outro local e quando estiver cantando bem abro as caixasaproximadamente uns 10 a 15 minutos, somente boas cantadas . Se o mestre começa a deslizar, logo já é guardado na caixa, ou os filhotes, se estiverem nas caixas terão suas caixas então fechadas imediatamente.

 

Se a pessoa não possui um mestre, um curió preto qualquer pode ser usado, desde que não cante na frente dos mesmo. Daí quando este curió for levado para longe destes filhotes, o mantenedor pode ligar o aparelho de CD, em um volume próximo ao de um canto de curió ao vivo. O aparelho de som deve ser de boa qualidade sem distorção do som.

 

Já fiz desta forma, e é possível “enganar” o filhote, e ele achar que é o pai cantando, ou seja, que é aquele curió que ele viu, identificou como seu progenitor, e agora está cantando longe para ensina-lo.

 

Faço este trabalho até uns 45 dias e posteriormente a isto, os pardinhos vão para trabalho somente com as caixas e o CD. Deixo durante o dia a frente da capa aberta, e durante a noite, sempre encapo totalmente o pardinho. Acho que o melhor seria os pardos ficarem sempre encapados dentro das caixas, muitos amigos usam este manejo e tem muito sucesso, mas sinceramente fico com pena do bichinho sem ver nada.

 

Se o mantenedor não possui caixa, ou possui apenas um pardinho, este deve ter um território que aqui vamos definir como “prego”.Este que este trabalho inicial de espelhamento não é possível para quem tem apenas um curió em sua casa. Tenho como fundamenteo que o pardo deve ter contato contínuo com o mestre. Se for fazer um pardo aberto, sem uso de caixas acústicas, deve-se ter somente ele no ambiente

 

Desta forma, a estaca, a caixa, ou até mesmo o prego para quem tem apenas um, é o território do pardo. Mesmo para quem tem apenas um pardo em casa, aconselho o uso das caixas, para se isolar a influência de outros pássaros soltos no dialeto do seu filhote.

 

Toda vez que o pardo for sair deste seu território, ele tem que estar condicionado e estimulado a cantar. Para isto, sempre que vou tratar do pardinho, levo o mesmo para fora, e coloco sempre num mesmo local, sendo este coberto, sem o pardo ver o céu, e sempre com um estímulo para churrilhar.

 

Aqui em casa, no iníco é uma estaca que fica ao lado do tanque. O pardinho vai para la uma vez a cada dois ou três dias, abro a um pouco a torneira e espero 15 minutos. Após isto, deve-se alimenta-lo e o mesmo retornar para o seu território (prego, caixa, estaca, prateleira).

 

O filhote tem que ser condicionado, a sair do seu “prego” e para cantar. No início ficam mudos, depois pialam, dai então se acostumam ao manejo e passam a churrilhar. Ficou um tempinho trate dele, como agradecimento, e volte-o para seu lugar. Toda vez coloque-o neste mesmo lugar, ou seja, um segundo “preguinho”, do lado da pia por exemplo. Daí quando ele já estiver cantando bem neste local, firme de notas comece a tirar toda a capa, e ele vai dominar por completo este local. O pardinho deve ser colocado, ao meu ver, em outro local, apenas quando esteja já firme, cantando assobiando o canto praia, e esta mudança tem que ser gradual, inicialmente perto de onde ele está acostumado a ser “puxado”.

 

Um erro é a mudança constante do curió de  lugar, ou seja do "prego". Tem que manter um seu, próprio, e não muda-lo de local até estar pronto para desbravar o mundo. Outro erro, tente nunca mudar o CD que o mesmo ouviu quando foilhote.


O curió é territorialista, e para ser disposto e valente, primeiro tem que ser valente no seu micro-território, ao redor do seu preguinho, da estaca onde ele fica, ou sua a caixa . Enfim, é o seu território, onde começa a adquiri o domínio do local, e começa aprender a ser dono de sí. Mude posteriormente o local de puxa-lo, ou seja mude a estaca de lugar ou o prego onde habitualmente o colocava, fora do seu micro-território.  Para quem pensa em torneios ou disponibilização de pardos para mantenedores que apreciam torneios, o melhor lugar sempre é a estaca.

O pássaro durma a noite encapado para se acostumar com capa, e quando for puxa-lo feche a capa, espere alguns minutos e ai sim coloque-o na estaca, ou em outro prego. Se não cantou em 5 minutos, capa e prego novamente.

O curió é territorialista, e seu instinto é cantar, para atrair a fêmea e demarcar seu ambiente. Curió que fica frouxo, mole ou pouco apresentador, com certeza o culpado é o dono, a inteira falta da chamada "munheca". Obviamente isto já aconteceu comigo e pode voltar a acontecer, pois conhecer o próprio pássaro é muito mais difícil do que se imagina.

 

Isto tem que ser condicionado desde filhote, como uma criança, para que não tenha traumas, vícios ou fases mal resolvidas. Claro, levantar um curió já adulto é possível, mas muito mais difícil sem meios artificiais como fêmeas ou "chias". 

Nunca se deve brincar com o pardo, conversar ou estalar dedos. O pássaro fica lerdo e manhoso. Quando estiver valente, eventualmente pode-se fazer isto, mas principalmente se ele veio até você. Curió bom canta fácil em qualquer  lugar e em qualquer hora. Se ele encasalar com você, e se for leva-lo a um torneio é a mesma coisa de levar uma fêmea no carro, e curió que está acostumado com fêmea o resultado é imprevisível. Eu costumo dizer que não se deve olhar na cara, muito menos no olho do curió, ele se apaixona fácil.

Na minha opinião deve-se colocar o CD em volume bem baixo, e preferivelmente som entre os intervalos. O pássaro acostuma-se com a voz humana, além de ser estimulado pelo barulho. O volume alto inibe inicialmente o pássaro, além de distorcer o som.

Quando estiver firme de notas, cantando bem, eu costumo aumentar o volume do som para estimular a demanda. 

Mantenha o CD que ouviu no ninho, preferencialmente com intervalos entre as cantadas

 

Este intervalo de certa forma previne do curió repetidor vir a dar "retorno",.Atualmente nos torneios de canto, o curió fechador sai na frente. O CD deve ser personalizado para cada curió se houver falha na emissão de notas ou desvios. O ideal é a gravação de um disco personalizado, usando programa específico(soundfourge ou audacity p.ex) .Sempre que preciso recorro ao amigo Carlos Tadeu de Pirassununga.

 

Quanto ao fechamento de canto, para mim tem dois tipos de curió : Os repetidores e , o que repete.. O repetidor nato não tem hora de parar o negócio dele é repetir, estes, infelizmente não costumam muito ser fechadores de canto.


Uma dica que esquenta muito o pássaro antes de ser puxado é o milho. Condicione-o com milho verde 30 minutos antes de puxa-lo, e quando for faze-lo tire o milho da gaiola. O milho hidrata rápido, e esquenta  o curió, além de melhorar as fezes. Se estiver muito quente, o pepino é uma boa pedida.

 O amigo Antônio Pêcego também é mais uma vez certo ao dizer que não se deve gastar as baterias do curió antes da estaca, não importa se cantou bem no carro, no colo ou no café da manhã, o importante é cantar nos 5 minutos. Não abra o curió antes da prova, no máximo mostre o local para o mesmo, a estaca que irá cantar, deixe dar uma ou duas cantadas, para marcar o ambiente e só.

 

Sempre que for puxar o seu curió, mesmo que não seja um torneio, pode ser em um domingo com amigos, nunca, jamais trate dele antes de sair de casa. Se fizer isto, ele vai se interessar pela comida nova, ou outras novidades e não em cantar feliz da vida, marcando seu território com valentia. Pelo contrário, eu gosto que assim que ele chegar do passeio, ou da apresentação da estaca, encher a gaiola do bichinho de guloseimas, como se faz com um cachorrinho, dando presente a ele pela sua atuação. Mesmo se ele não cantar bem deve-se fazer isto, faz parte do condicionamento positivo. Costumo também limpar a gaiola no dia anterior da apresentação, para não ouvir piadinhas que tenho um chiqueiro e não uma gaiola.

 

Muitos criadores adoram usar gaiolas com a gavetinha para alpiste. Para torneios, no meu entendimento, a gaiola tem que ser com coxo alto, pois se o pássaro for para o chão, comer no coxinho de gavetinha,muitas vezes demora para voltar e daí os cinco minutos já se foram.

O curió tem que dominar a casa . Quando finalmente ele já estiver firme dentro de casa, ou nos domínios da mesma, esta ma hora os passeios com carro. Inicialmente eu começo com a gaiola encapada, colocada no banco de trás e a janelinha aberta, para se acostumarem a ir vendo a movimentação.. Apenas andar de carro já é muito valido, para se acostumar com o barulho, com o som, os mexidos e adquirir resistência. Curió é "Maria Gasolina", adora passeios, mas na hora certa. Tem que aguentar a ansiedade, e não prejudicar seu campeão. Muitas vezes, dentro da cidade, volto com ele no banco de trás sem capa, para ir se acostumando e ir ficando “ calejado”.Mas lembre-se feche a porta devagar, senão eles sentem o efeito da pressão nos seus sensíveis ouvidos.

Para quem usa mestre, tente coloca-lo principalmente pela manhã, pouco tempo ao dia. O contrário vale para mestres que não brincam durante o dia, rasgam pouco, e não cantam "mole" durante o dia. Eu uso meu mestrinho com mais intensidade quando os pardos já estão cantando, após a muda de ninho. Há uma melhora fenomenal dos mesmos, principalmente no quesito melodia e andamento.

Mestre também erra, rasga, alguns em certos momento do dia até poderão dar passagens lisas, quim tói e por isto deve-se usa-los com parcimônia. Para mim o melhor mestre é o de pouca repetição, em torno de 4 a 6 samaritá. Se o filhote for encartado em CD de grande repetição ou com mestre muito repetidor, tem chance alta de "pegar carona" no canto, e "comer" a entrada de canto.

Tem gente que entope o pássaro com o Cd ligado o dia todo. Não é a melhor forma. O pai no mato canta de longe, e o filhote escuta poucas vezes ao dia..Seja observador e procure entender o que o pássaro está lhe dizendo.

Acho suficiente o CD ser tocado apenas poucas vezes ao dia, ou para quem usa o timer, uma boa pedida é 20/50 minutos e som durante este intervalo.


Se necessário for, o mantendor deve consultar um amigo de confiança,honesto preferivelmente que não esteja disposto a comprar o seu pássaro .Sempre que um "amigo" estiver indo muito a sua casa, falando mal de pássaro de outros e principalmente, colocando defeitos no seu, desconfie: ele está querendo comprar seu curió.
 
Não o disponibilize sem antes consultar um grupo de discussão na internet ou ainda, como já disse, um amigo de confiança. Grave-o, divulgue-o na internet e receberá muitas dicas de grandes criadores, que entendem e terão boa vontade em ajuda-lo.

1
Na minha experiência, alguns selos encartam mais rápido, mas também perde-se mais fácil, pois tem notas mais curtas, e por ser mais rápido, o pássaro pode pular mais facilmente uma ou outra nota. Quanto maior a velocidade, maior a frequência da nota emitida, e por isto, mais fácil o encartamento.

No tocante em deixar dois ou mais curiós juntos, se estiverem cantando certo, em cômodos separados é possível sim, mas de muito difícil manejo .Conheço muitos criadores, com vários troféus, que deixam o pau quebrar. Mas a pratica é perigosa se tem selos ou andamentos de cantos distintos ou se algum deles tem detalhes. Se algum está se saindo mal, pulando nota, aí sim, vai para capa/caixa ou para o chão. Geralmente todos confluem para uma mesma voz e andamento, dai a importância do mestre/dominante. Hoje nos campeonatos de canto um pequeno detalhe pode custar um campeonato inteiro.

Para o curió adquirir confiança, eu passeio com ele nos finais da tarde, onde o céu é mais calmo e sem muitos pássaros cantando. Ande com ele na praça, com gaiola na mão, ele vai ter confiança e estará seguro ao seu lado, de quem realmente gosta dele e o protege. Desta forma, quando já estiver firme e preparado ele não para de cantar e nem se abaixa quando qualquer passarinho passe sobre a estaca.

 

Na minha concepção curió para torneios é um atleta, por isso tem que ter hora de dormir, e dormir sempre encapado. O curió pode e deve ficar na voadeira se exercitando durante o dia, de noite tem que dormir na gaiola de passeio e encapado, e no seu “preguinho”, preferencialmente estaca.

 

 

O resumo deste texto é que um sinônimo da minha busca desde a minha infância, onde eu sonhava em ter um clássico, que era tão bom ou melhor que o meu Sininho da infância, e somente consegui isto depois de anos, em fazer o meu próprio, depois de conhecer meu amigo Marquinho, o Marcus Thomazatti de Barretos e de ganhar um pardinho dele que hoje é o Poema, meu mestre e meu primeiro clássico e o que ajeita as coisas aqui em casa, e de lá que vem e virão a maioria dos meus novos pardos para continuar este desafino.

 

Não poderia de agradecer também o meu amigo Benedito Seixas, o Sr Seixas, que todos os dias a tardezinha, após um dia de trabalho, me recebia em sua casa com um cafezinho da Dona Eleonor com vários petiscos, contando muitas histórias “ das antigas”. Ele me deu de presente o Chave de Ouro, o irmãozinho mais velho da ninhada, que é o melhor curió que eu poderia ter, um desejo profundo realizado e que não sairá daqui de casa por valor algum.

 

Depois do primeiro fica muito mais fácil fazer outros, e por isto dedico este texto a eles, pois graças também a ele realizei meu sonho de infância, desde o tempo do Sininho , de ter um clássico. E depois do primeiro os outros ficam mais fáceis. Basta acreditar e tentar sempre fazer o certo.

Longe de ser o dono da verdade, dissertando apenas de opinião própria, respeitando as opiniões contrárias, e tentando contribuir, estes são alguns truques que uso, após muito sofrer e muito ouvir. 

Cleuber Barbosa de Oliveira - Passos-MG 

Criadouro Minas de Ouro - www.criadourominasdeouro.com.br

 

 

 

 

 


< voltar

 
 
www.criadourominasdeouro.com.br - 2017 - Desenvolvimento: